segunda-feira, 31 de março de 2014

O beco sem saídas das vacinas - por Thais Maia - Minha Mãe que Disse

Este é assunto que deixa balançada e resolvi trazer para o blog. Eu realmente acho uma estupidez nós pais sermos obrigados a vacinar nossos filhos. Tínhamos sim que ser informados para que serve cada vacina, se fazemos parte do grupo de risco e ai sim decidir quais vacinas dar, ou se não daremos vacinas!! Trouxe este texto da Minha Mãe que Disse! justamente para pensarmos e questionarmos os benefícios e malefícios do calendário obrigatório de vacinas do Brasil.

_______________________________________________________________________

Ser mãe, entre outras oitocentas coisas, é ter que tomar decisões a cada instante, desde atitudes mais imediatas e simples “ Ponho meu filho pra dormir agora ou canso ele mais um pouquinho? Ligo o ar condicionado ou ventilador? No berço ou na cama?...” a atitudes que necessitam maior reflexão por serem, muitas vezes, paradoxais: “Homeopatia ou Luftal para gases? Leite materno ou fórmula complementar? Batizo?”. Enfim, o que há de comum em todas essas nossas decisões é a certeza de que o que está sendo plantado aqui e agora, colheremos  no futuro, esse sempre incerto!
Foi assim com a questão das vacinas, ou melhor, está sendo!
A criança acaba de nascer e dá-lhe novidade para a pobre se adaptar: respirar diferente, comer diferente, abrir os olhos diferente, se mover, e vem a enfermeira e pergunta “Vamos dar a vacina, mãe?”. Meu primeiro intuito era dizer “Não, deixa o bichinho se acostumar com essa vida antes de você meter um monte de vírus nele!”. Mas não! Tive medo! E logo fechei meus olhos para muitas questões, mas, principalmente, para o tamanho da agulha...rsrs. Me consolei pensando que, assim, iríamos enfrentar este mundo cruel mais protegidos!
Tudo bem a tal BCG !É muito importante, mas  na real, mesmo tomando a vacina, podemos pegar outras variações da Tuberculose. Mas não para por aí! Dá um mês, dois e os pediatras te pressionam, a caderneta vai ficando atrasada e eu tentando resistir…
Resistir, por quê?
Poxa! Eu que sempre tive orgulho de dizer que não tinha tomado um monte de vacinas e nunca peguei nenhuma dessas doenças! Eu que entendo perfeitamente a lógica mercenária da indústria farmacêutica! Eu que sempre acreditei num corpo mais saudável e natural que não se submetesse a tantas ações invasivas! Eu que pensei que faria diferente...não fiz!
Surto de Coqueluche e Meningite em Salvador! Vi as mães “naturebas” levando, desesperadas, seus filhos a hospitais e os entupindo  de antibióticos porque não deram as tais vacinas...Realmente, não tem saída!
Comecei a pesquisar, decidida a pecar pelo excesso do que pela falta. E descobri outra informação bastante injusta: Enquanto nos postos de saúde pública os vírus das vacinas são atenuados, nos postos particulares estes são inativados. Hein...?
“A vacina atenuada é aquela em que o vírus encontra-se vivo porém, sem capacidade de produzir a doença (caxumba, febre amarela, poliomielite, rubéola, sarampo, tríplice viral, varicela e varíola). Algumas vezes estes vírus podem reverter para a forma selvagem causando a doença.” http://www.vacinas.org.br/novo/vacinas_contra_v_rus/vac_virus.htm
Resumo da ópera: damos a vacina para protejer nossos filhos das doenças, mas corremos o risco de estarmos fazendo exatemento o contrário: levando as doenças para eles! :O
“A vacina inativada contém o vírus inativado por agentes químicos ou físicos, ou subunidades e fragmentos obtidos por engenharia genética. Neste caso nunca ocorre a reversão para a forma selvagem”.
Ou seja 2: Só a vacina do posto particular é segura,em relação a esta questão! :O
Outra diferença é que a vacina gratuita é monovalente, enquanto a particular é pentavalente. Hein...?.
“A vacina monovalente só protege contra o tipo G1 que é responsável por apenas 65% dos vírus circulantes, já a vacina pentavalente protege contra os tipos mais prevalentes G1, G2, G3, G4 E G9.” (http://alergovaccine.com.br/site/vacinas/detalheVacinas.php?idEscolhido=12)
Ou seja 3: Com a vacina grátis, temos que torcer para o vírus ser do tipo G1, se não, não adianta nada!
Fiquei muito desconfiada das vacinas públicas. Não entendo o Brasil! Se é pra fazer, porque não faz logo direito, né?
Mas é a saúde do meu pequeno que está em jogo. Sendo assim, decidi pelo menos pior: A vacina com vírus inativado e pentavalente do posto particular, mas aí novo susto:
Quase 200, 00 reais cada! Como? Um total de quase 500,00 só de vacina! Espernei, fiz mais pesquisas, pensei, atrasei a caderneta, me revoltei, disse que não ia dar mais vacina nenhuma!
Poxa! Ou dava uma vacina “meia boca" do posto público que poderia desenvolver a doença, que não é realmente segura, que não cobre nem metade das variações de vírus ou pagar um preço exorbitante e me sentir conivente com essa lógica farmacêutica injusta.
Um beco sem saída!
Optei por pagar! Senti a dor no bolso, na consciência e em meu filho, que chorou muito!
Dica: a de Meningite não tem diferença entre a pública e a particular!
Pronto! E quando pensei ter acabado todo este dilema, já se aproxima a data da segunda dose...E agora?
http://minhamaequedisse.com/2013/10/o-beco-sem-saidas-das-vacinas/

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

MundoBrasileiro