sábado, 2 de agosto de 2014

Vamos falar sobre Depressão Pós Parto?

Estou há um tempinho querendo escrever este texto (na verdade escrevo ele de pouquinho em pouquinho, quando as crias liberam, (hehe) e queria também compartilhar outro texto com, na minha visão, boas maneiras de se combater a DPP. Depressão pós parto pelo que percebo é meio Tabu. Não falemos para não pegar a doença, ou, isso não existe é frescura da mãe, entre várias outras coisas que se falam sobre. Mas não se fala muito, não se explica o que é, o porquê de acontecer, do que se trata. Não vejo nem em blogs sobre maternidade que acompanho se abordar o assunto, no que ao eu ver é fundamental, faz parte do universo da maternidade para muitas de nós. Já abordei este assunto aqui no blog, quando falei da minha DPP que tive com o meu primeiro filho. Foi triste, mas superado, graças a Deus!

Pois bem, agora passando por outra DPP, há qual me trouxe sentimentos, pensamentos e vivências intensas, e a qual esta praticamente superada (uhuuuuu), toco novamente no assunto. Sim, DPP existe, é chato, não é frescura, tem haver com os hormônios e você experimenta pensamentos que te deixam transtornada, abatida, triste, sem forças, sem rumo, sem esperança em alguns momentos... Em algumas mulheres ela vem com mais força, são os casos que levam a mulher a ter pensamentos de machucar seu bebe. Em outras é uma tristeza pura, uma insegurança, sentimento de incapacidade de cuidar do seu bebê e também vontade de não cuidar do bebê. Muitas vezes acompanhada por medo e ansiedade enormes!
O tratamento para algumas é simplesmente psicoterapia, para outras medicamentos, para outras (no meu caso) medicamento e psicoterapia. Existem tratamentos alternativos, que podem ser feitos junto com os tratamentos convencionais, e que serão abordados no texto que compatilharei a seguir. Além dos tratamentos convencionais, eu faço tratamento com Reiki, florais, e fui liberada do acupunturista há alguns dias (eeeeeeeeh).

Segundo meu psiquiatra, o que aconteceu foi um apanhado de acontecimentos, que me demandaram bastante durante a gestação do Joaquim, junto com o episódio da internação dele com 13 dias de vida no hospital, devido a uma pneumonia (que me pegou totalmente de surpresa, que teria me causado um estresse pós traumático), mais a desregulação hormonal, tudo junto, me abateram muitissimo, me deixando no estado de “trapo humano”. Com 30 dias de vida do Joaquim, comecei a me perceber estranha, muito chorona, abatida, medrosa, com medo de cuidar do meu filho (afinal, como não percebi que ele estava com pneumonia, a culpa e incapcidade eram minhas (era o que eu pensava)),  não conseguia ouvir o chorinho do Kim que entrava em pânico, cheguei a cogitar dar uma mamadeira pra ele para não ouvi-lo chorar seguido e me dar tempo para descansar, enfim... Com os pensamentos de negligenciar meu filho, de não querer troca-lo, amamenta-lo, dar banho, vinha a culpa por ter estes pensamentos, que já aviso, são totalmente involuntários, não são nossos! Claro que cuidava dele, até porque já conhecia o que a doença fazia e tentava seguir em frente, mas era um desafio.
Nesse momento busquei ajuda, fui falar com uma psicóloga, que me encaminhou para o psiquiatra. Comecei com a medicação e nos primeiros dias já senti uma melhora significativa e, junto com a terapia comecei a me sentir aos poucos mais calma, mais segura, mais capaz. Tenho que ressaltar que tive muita ajuda da minha mãe no período “negro”, ela me lembrava de trocá-lo, olhava ele por mim para me deixar descansar algumas vezes no dia (o que me fazia muito bem, a propósito). Sem minha mãe, não sei como teria sido. Com ajuda, compreensão, acolhimento, fica muito mais fácil enfrentar esta doença, e dar tempo ao tempo para que as coisas voltem ao lugar. E acho que foi isso que me desestabilizou também, achar que tinha o CONTROLE de tudo (gente, NÃO controlamos quase nada nessa vida, isso é FATO) e tive que aprender da pior maneira.

Devido a doença me conheci mais a fundo, descobri que não tenho controle de nada, que não tenho culpa de nada, que tenho que ir mais devagar e viver o AGORA, viver o meu presente, a minha maternidade, ESTA maternidade. Se vier uma doença, enfrentamos, se vier um problema, enfrentamos, devemos seguir sempre em frente. Com esta doença encontrei, reafirmei minha Fé! Orações vazias, por obrigação, não é indicativo de Fé, temos que sentir, que creer com o coração. Aprendi a amar, e aprendi que este é um aprendizado diário, que requer foco e disciplina todos os dias, e não é fácil amar. Amar a Si mesmo, com seus defeitos e virtudes. Amar ao próximo, tolerá-lo, respeitá-lo, entende-lo e o mais dificil, não julgá-lo. Aprendi que Viver é um novidade todo dia, tem dias bons e outros não tanto. E que o medo existe, mas que ele não deve nos paralizar, devemos seguir. Como é a sábia mensagem do face: “Vai! E se der medo, vai com medo mesmo!”.

Bom gente, quis deixar este relato aqui para poder dar uma pontinha de Luz, de esperança para aquelas mulheres desesperadas, que não sabem pelo o que estão passando, ou que tem vergonha de se abrir e falar sobre sua doença (não tenham vergonha), ou que estão esperando passar, e não esta passando (busquem ajuda sim!)... Vocês vão conseguir superar isso. A dica que dou é: tentem se conhecer mais, usem essa doença para mergulhar dentro de si e resgatar o que é preciso. Eu acredito em vocês! Tenham Fé!!! E qualquer coisa, deixem uma mensagem que assim que os filhos permitirem, eu respondo (hehehehe). 

Beijos Analu
Segue o texto...

45 dicas para vencer a depressão pós parto


Confira as indicações de cinco especialistas em diferentes áreas para superar a vulnerabilidade emocional típica do período

O que é a depressão pós-parto?

Após o nascimento de seu filho, muitas mulheres sentem-se mais instáveis emocionalmente. Elas podem sentir-se tristes, preocupadas ou enraivecidas. Esse fenômeno é chamado de melancolia pós-parto, sendo leve e transitório (dura até uma semana).

A depressão pós-parto dura mais tempo e os sintomas são mais graves. Entre 10% e 20% das mulheres acabam desenvolvendo formas mais graves, principalmente as mães mais jovens.

Como ocorre esse tipo de depressão?

A depressão pós-parto pode ocorrer dentro de alguns dias ou semanas após o parto ou após a ocorrência de um aborto. Para 60% das mulheres, esse é o primeiro episódio depressivo de suas vidas. Enquanto as alterações hormonais características dessa fase parecem desempenhar um papel, a totalidade das causas desse fenômeno não é conhecida.

Os fatores de risco que aumentam a chance de desenvolvimento de depressão pós-parto são:

História familiar de depressão, principalmente se essa ocorreu após a gestação; 
História de depressão após gestação prévia; 
História de depressão no passado, em qualquer época da vida; 
Vivência de relacionamento difícil ou muito estressante; 
Dar à luz um filho com problema de saúde ou que chore frequentemente; 
Ocorrência de aborto ou nascimento de bebê morto. 
Gravidez não-desejada. 
Quais os sintomas da depressão pós-parto?

Além da sensação de tristeza e do desinteresse pelas atividades normais do dia-a-dia, os seguintes sintomas caracterizam esse tipo de depressão:

Sensação de incapacidade ou falta de vontade de cuidar do filho; 
Ter pensamentos freqüentes sobre coisas ruins que podem acontecer com a criança, ou sensação de que vai machucar o filho; 
Irritabilidade; 
Apresentar problemas com o sono: em excesso ou insônia; 
Sensação de cansaço extremo relacionado a atividades diárias, como tomar banho e lavar a louça; 
Redução ou aumento excessivo do apetite; 
Sentir-se cansada e sem energia; 
Redução do desejo sexual; 
Sentir-se sem valor; 
Sensação de culpa; 
Problemas de concentração e de memória; 
Sentir-se desolada ou simplesmente não se preocupar com nada; 
Dor inexplicada nas costas ou no abdome, dores de cabeça; 
Sensação de que nunca vai melhorar. 
Algumas pacientes ficam bastante ansiosas, apresentam alucinações ou ilusões. Se a pessoa desenvolve alucinações (escuta vozes ou sons, ou vê coisas que não existem) ou ilusões (interpretação errônea da realidade), o transtorno é chamado de psicose pós-parto.

Como é feito o diagnóstico?

O médico assistente ou um profissional de saúde mental pode definir se os sintomas são devidos a um quadro de depressão pós-parto. Pode ser necessária a realização de alguns exames, para avaliar a presença de desequilíbrios hormonais. No entanto, não existem exames capazes de diagnosticar a depressão pós-parto.

Como é feito o tratamento?

Não se deve tentar vencer a depressão pós-parto sozinha, um profissional capacitado pode ajudar. Ela pode ser tratada com sucesso com o emprego de medicamentos, psicoterapia ou ambos.

1) Medicamentos

Vários medicamentos podem ser usados no tratamento da depressão pós-parto. É importante conversar com o médico, para que seja escolhido um medicamento que não afete o aleitamento materno. Esses medicamentos devem ser tomados por um período de três a seis semanas, para que se obtenha benefício total dos mesmos.

2) Psicoterapia

A consulta com um profissional especializado em saúde mental é bastante útil, na abordagem da depressão pós-parto. A terapia pode durar um curto período de tempo ou por vários meses. A terapia cognitivo-comportamental permite à paciente identificar e mudar processos mentais que levam à depressão. A troca dos pensamentos negativos por pensamentos positivos, pode ajudar a melhorar o quadro depressivo.

3) Tratamentos Alternativos e Naturais

Vários produtos naturais foram sugeridos para o tratamento da depressão pós-parto, porém apenas a erva de São João demonstrou benefício, nos estudos já realizados. Deve ser discutido com seu médico a possibilidade de uso dessa medicação, caso você esteja amamentando.

Vários tratamentos alternativos podem ajudar no tratamento da depressão:

Biofeedback: com essa técnica a pessoa aprende a controlar as funções corporais, como a tensão muscular e as ondas cerebrais. Ajuda no controle da ansiedade, da tensão e na melhora da capacidade de concentração. Deve ser empregada apenas em associação à psicoterapia e aos medicamentos. 
Massagem: ajuda a reduzir o estresse, mas não cura a depressão. 
Técnicas de relaxamento: incluem yoga e meditação. Ajudam a controlar os sintomas depressivos. 
Musicoterapia: pode ser útil para algumas mulheres. 
O que fazer para me ajudar ou a quem eu amo?

A manutenção de um estilo de vida saudável é crucial. Tenha uma vida ativa física e socialmente, especialmente com seu parceiro, pois isso é muito importante. Manter um bom padrão de sono e de alimentação é bastante útil. Adquira o hábito de ter alguns momentos curtos de sono durante o dia, já que você terá que passar boa parte da noite acordada cuidando do bebê; isso ajuda a manter seu nível de energia adequado.

Certas dicas para ajudar na prevenção da depressão pós-parto:

Pratique atividade física adequada para sua condição, antes e após o parto; 
Participe de atividades em companhia de seu parceiro e do bebê; 
Converse com familiares e amigos; 
Peça ajuda se sentir algo; 
Evite consumir álcool e cafeína; 
Tenha uma alimentação saudável; 
Mantenha um bom padrão de sono; 
Empregue técnicas de relaxamento, para reduzir o estresse. 
Monica Martinez

Três dias após o nascimento de Gabriel, sua mãe, Ana, começou a ter crises de choro. Num momento, olhava os pezinhos perfeitos do garoto e chorava porque se sentia a mais feliz das mulheres. No outro, se debulhava porque temia não dar conta de criar um filho. A jovem de 28 anos enfrentou esses altos e baixos até que a criança completou 10 dias, quando os sinais de ansiedade desapareceram do mesmo modo como surgiram: do nada.


Na verdade 80% das mulheres que dão à luz têm depressão, em maior ou menor grau. A condição é temporária e não afeta a habilidade de cuidar do nenê. Contudo, se a tristeza imperar por mais de duas semanas, é preciso buscar orientação médica.

Acupunturista
Agulhas ajudam a combater o baixo-astral

Para a medicina chinesa, a depressão é conseqüência de alterações energéticas causadas pela raiva, frustração e mágoa em lidar com a nova situação. Quem dá as dicas para vencer o problema é Paulo Farber, presidente da Associação Brasileira de Medicina Complementar:

1. Não deixe a depressão se instalar. Há muita perda de líquidos durante o parto e é normal a sensação de calor nos dias seguintes. Contudo, se você se sentir mais irritada e ansiosa do que o normal, busque auxílio.

2. Tente uma sessão. A acupuntura é tão eficaz quanto as drogas antidepressivas, sem apresentar efeitos colaterais. É o que garante estudo chinês realizado com mais de 600 pacientes. 

3. Veja-se como mãe. O conflito emocional pode tirar o equilíbrio energético. Se necessário, busque apoio psicoterápico para se sentir mais tranqüila com o novo papel. 

4. Busque auxílio na natureza. Há ervas, como o hipérico, que são antidepressivos naturais e ajudam a superar essa fase. De qualquer forma, antes de usá-las, fale com seu médico. 

5. Pratique exercícios físicos. Sobretudo os realizados ao ar livre. 

6. Refresque-se. Para a medicina chinesa, a depressão pós-parto tem uma relação direta com excesso de calor. Assim, tudo o que esfria o corpo é bom, como chá de menta. 

7. Acerte na alimentação. Vegetais picantes, como agrião e rúcula, tonificam o fígado e diminuem o bloqueio energético. Já cravo, canela e gengibre geram calor. Evite-os. 

8. Hidrate-se bem. Beber bastante água, chás e sucos é importante para repor as perdas energéticas ocorridas durante o parto. 

9. Medite. A prática ajuda a pessoa a se harmonizar.

Ginecologista
Conversa com o médico previne problemas

O obstetra tem um papel fundamental nessa fase da vida da mulher. Ele pode interceder junto aos familiares em diversas situações e ajudá-la a se sentir melhor. Veja aqui os conselhos de Abner Lobão, chefe do setor de Pré-Natal da Universidade Federal de São Paulo:

1. Prepare-se para a alta. A depressão começa a se manifestar cerca de três dias após o nascimento do bebê, o que coincide com a saída da maternidade. Aproveite esses dias para tirar as dúvidas com médicos e enfermeiros. 

2. Informe-se. A tristeza pós-parto desaparece rápido. Saber disso torna mais fácil tolerá-la. 

3. Você não está sozinha. Oito entre dez mulheres têm algum sentimento negativo em relação ao momento pós-parto. Portanto, saiba que seu sentimento não tem nada de anormal. 

4. Sensibilize a família. Se você sentir que não vai dar conta do recado sozinha, não deixe o parceiro e os parentes acharem que se trata de frescura. 

5. Peça socorro. O apoio não está chegando espontaneamente? Converse com o médico e peça que ele explique ao pai da criança ou aos familiares tudo o que você precisa. 

6. Dê atenção ao vestuário. Nada de ficar de camisola o dia todo. Mesmo em casa, use roupas que a deixam feliz consigo mesma. 

7. Olho vivo nos cuidados pessoais. No início você pode não ter tempo para usar todos os cremes, mas preserve os rituais essenciais de beleza. 

8. Providencie ajuda. É importante ter uma ajuda profissional para cuidar do bebê. Não dê uma de supermãe. 

9. Evite a automedicação. Não tome medicamentos de qualquer tipo sem receita. A maioria dos remédios passa para o leite e pode trazer prejuízo ao bebê se tomados sem orientação.

Psiquiatra
Tratamento imediato é bem mais eficaz

Rubens Pitliuk, neuropsiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, enfatiza: não existe depressão sem cura. Se o distúrbio não estiver deixando a mamãe cuidar do filho, é o momento certo de procurar auxílio médico.

1. Não rotule os sentimentos. Neuras e insatisfações pessoais nem sempre são sinais da depressão. Portanto, fique atenta a suas sensações para não distorcer seus próprios sentimentos. 

2. Procure se tratar na hora certa. O instante adequado é quando a depressão impede as atividades normais. 

3. Identifique os fatores de risco. A predisposição genética é forte, e a gestação, fator desencadeante. Fique atenta se você tiver casos na família. 

4. Previna novos eventos. Quem sofreu de depressão na gravidez anterior tem mais chances de enfrentar a situação novamente. O uso de antidepressivos nos últimos dias da gravidez, desde que utilizados com recomendação médica, evita 100% dos casos. 

5. Use com segurança. A quantidade de antidepressivos que passa para a criança durante a gravidez e após o parto é insignificante, se o tratamento for feito com um profissional especializado. 

6. Gerencie o estresse. Fatores traumáticos podem funcionar como gatilhos para a doença em pessoas predispostas. Mas não entre em paranóia. 

7. Busque o médico certo. O psiquiatra confirma o diagnóstico clínico e inicia a prescrição medicamentosa. Como saber se a dose está certa? Os sintomas devem passar após 25 dias. 

8. Escolha um bom profissional. Peça a recomendação de amigos, parentes ou do médico da família. 

9. Pense positivo. Depressão é ruim, mas não existe caso que não passe, se bem tratado. E mais: a doença pode ser evitada nas próximas gestações. 

Homeopata
É preciso combater o medo e enfrentar os fatos

Para o homeopata Carlos Roberto Brunini, presidente da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo, a tristeza está ligada à preocupação com a idéia de não dar conta da situação. Tomar contato com a realidade é o melhor remédio contra receios e inseguranças.

1. Prepare-se bem. O acompanhamento prévio com o homeopata ajuda a ter um melhor estado emocional. 

2. Caia na real. Muitas mulheres têm a fantasia de sair do hospital com um filho meigo e comportado. E se espantam ao levar para casa uma criança que chora e não tem hora certa para nada, como são de fato os bebês.

3. Aceite a situação. Não faça de conta que o sentimento de impotência, de achar que não vai conseguir cuidar da criança, não existe. Ele é real. Mas não fique paralisada. Busque saídas. 

4. Resgate suas histórias de sucesso. Uma ótima forma de lidar com a insegurança é se lembrar das situações difíceis que você já superou na vida. 

5. Envolva o parceiro. A responsabilidade da criança não é exclusiva da mãe. O pai precisa participar de todas as atividades. Se ele não conseguir passar essa segurança para você, recorra a um serviço de aconselhamento. 

6. Confie na natureza. Ela é sábia. Você nasceu com tudo o que precisa para lidar com sua cria. Vá com fé! 

7. Conheça a si mesma. Se sabe que é mais insegura do que a média, invista em acompanhamento psicológico com profissionais habilitados. 

8. Simule situações. Acompanhe o que as outras mães fazem ao lidar com assaduras, cólicas e fraldas. 

9. Marque consulta com o pediatra. Não espere os 15 dias de praxe para fazer todas as perguntas que você tem na cabeça. Agende agora um encontro com o especialista em crianças.

Nutricionista
Alimentos certos dão a energia necessária

A nutricionista Tânia Rodrigues, da RGNutri Consultoria Nutricional, explica como compor a alimentação para minimizar os desconfortos. 

1. Coma carboidratos. Pães, massas e cereais aumentam no cérebro a entrada de triptofano, transformado pelo organismo em serotonina, uma substância calmante. 

2. Modere no açúcar. A sacarose causa a liberação de endorfinas, que se relacionam ao bem-estar, o que explicaria a tendência de consumir doces nos períodos de estresse. Não abuse, pois em excesso o efeito pode ser contrário! Uma pequena porção diária, como 30 g de chocolate, basta. 

3. Fracione as refeições. Um cardápio saudável, distribuído em café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar, aumenta a disposição.

4. Fuja das gorduras. Alimentos com alto teor de gordura são de difícil digestão, dando indisposição e moleza. 

5. Evite os estimulantes. Álcool, bebidas com cafeína e cigarros contêm substâncias que podem aumentar a sensação de nervosismo. Prefira chá de ervas, leite desnatado ou suco. 

6. Inclua maracujá na dieta. Além de ser fonte de minerais como cálcio, ferro e fósforo, vitaminas A e C, a fruta possui propriedades sedativas. 

7. Aposte nas proteínas. Frango, peixe, carne vermelha, ovos, leite e derivados, como iogurte e queijos, são importantes para a produção do leite materno e possuem triptofano, substância que melhora o humor. 

8. Abra alas para frutas e sucos. Fontes de vitaminas e minerais, eles são importantes para o bom funcionamento do organismo. 

9. Abuse dos líquidos. Água-de-coco e suco de frutas natural fazem o intestino funcionar melhor

Fonte do texto: http://cantinhodamamaeamandica.blogspot.com.br/2009/07/45-dicas-para-vencer-depressao-pos.html

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